Quer dizer então que, para além do nosso incorruptível Álvaro, não há nada que se aproveite no Governo de que fizeste parte?! Nada, nada, nadica de nada?! Gostava que me explicasses um tal oxímoro político.
Estou a ler-te os posts mais recentes e parece que leio Pacheco. Começo a pensar que Pacheco sabe de mais e diz de mais naquela negatividade desalentadora que um intelectual, para ser bom, parece que tem de ter. Um ano de desemprego ou sem mecenas materiais e espirituais, nesta vida dura, pode tornar-nos extremamente negativistas. Tenho contrariado esse pendor negro com a praia e o sol possíveis. Tens de voltar aos mergulhos na salsugem atlântica. Como eu. E passar fome militantemente, como eu.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, julho 25, 2013
sexta-feira, junho 07, 2013
CENAS COM HONÓRIO NOVO E PEDRO MARQUES DENTRO
Perante um paciente Gaspar ostentando a vitória inédita de um crescimento inédito da receita fiscal em 8%, Honório Novo [de todas as vezes] ganha tusa, excita-se, enche-se de adrenalina, grita e espuma no Parlamento, coisa muito parecida com o espectáculo vivaz e caloroso que caracteriza a velha coreografia no Parlamento Inglês, tirando o horroroso défice luso em matéria de lucidez, honestidade e inteligência. Mas a Grã-Bretanha não tem partidos imbecis e ignorantes em contas públicas, aventureiros em crises políticas, como o PS, o PCP e o BE a clamar todos os dias pelo abreviar do fim do mundo e depois vê-se, como propõem os soares e os pachecos. Pedro Marques, deputado do Partido Socialista, é outro a encher de patético e perdigotos gulosos o Parlamento. Demagogia e treta de que Álvaro Santos Pereira dá boa conta, colocando o dedo na ferida, mostrando a linha de rumo, demonstrando de que modo se alia o crescimento à austeridade mediante a transformação estrutural da economia, atrasada em dez anos. Foi preciso uma Troyka. Está na hora de endurecer o argumentário que fundamenta as opções do Governo, do FMI, do BCE e da CE. Quando a demagogia e a promessa do Paraíso andam na boca de toda a Oposição, caberá especialmente a Miguel Poiares Maduro e a Álvaro Santos Pereira a defesa viril, contundente, da honra de um Governo obrigado ao que é difícil e abrigado na reconhecida credibilidade externa que, connosco, com o nosso sangue, se foi consolidando.
quinta-feira, maio 23, 2013
OS HISTÉRICOS CALAM-SE COM ACTOS
Uns conspiram e salivam pela preservação dos seus interesses, a manutenção do mesmo estado de coisas, talvez com o desejo de as agravar, tornando mortífero aquilo que é somente modorra. Decretam apodrecimento. Decretam o arrastamento deste Governo e da sua coligação fracturada. Depois vêm as boas-más notícias para os instalados: há muito se aguardava do Governo a medida do supercrédito fiscal para tentar promover o investimento, e que pode baixar a taxa efectiva de IRC nas empresas que usufruam deste benefício.
Foi hoje aprovada pelo Conselho de Ministros um conjunto de iniciativas de natureza fiscal para tentar promover o investimento cujos detalhes serão transmitidos na conferência de imprensa agendada para as 17 horas com Vítor Gaspar e Álvaro Santos Pereira, no Ministério das Finanças.
Este crédito fiscal vai corresponder a uma dedução à colecta de IRC no montante de 20% para investimentos realizados este ano de até cinco milhões de euros. No caso das empresas que não tenham colecta suficiente, este benefício poderá ser dedutível por um período de cinco anos. Há muitos histéricos na praça. Clamem, clamem, mas é tempo de mostrar o lado B do trabalho e da esperança. Este.
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terça-feira, março 26, 2013
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
GRANDE ÁLVARO
Conforme sublinha o Miguel por outras palavras, não temos uma tradição de discurso nas questões nacionais independente que separe o trigo do joio, distinguindo ministros excepcionais, como Paulo Portas e Álvaro Santos Pereira, dos que não diferem da modorenta mediocridade do sistema político e do Regime: «Álvaro Santos Pereira meteu uma lança em África, conseguiu o acordo com os argelinos para a construção por empresas portuguesas de 75.000 (sim, setenta e cinco mil) casas, um bolo de 4 mil milhões de Euros (4.000.000.000) que vai aliviar a crise no sector da construção civil e garantir emprego por quatro anos a centos de técnicos portugueses. Ninguém diz nada. Não há um louvor, um gesto de simpatia. Este país está, decididamente, a afogar-se na patologia derrotista e só dá ouvidos aos profetas da desgraça, por acaso os profetas que nos trouxeram ao desastre.
Temos um grande ministro da Economia, como temos um excelente ministro dos Negócios Estrangeiros. Mas isso não interessa aos abencerragens de sempre, aqueles que confundem economia com subsídios, mão estendida em concha, mendicância e chupismo dos Euro-fundos.» Combustões
domingo, novembro 04, 2012
PARA QUE A ECONOMIA CONTRA-ATAQUE
«O ministro da Economia estará a tentar convencer a troika da conveniência de reduzir o IRC para novos investimentos em Portugal. A proposta aponta para uma redução da taxa para 10%, o que permitiria concorrer com a Irlanda, onde a taxa é de 12,5%. Simultaneamente, o Orçamento concede autorização legislativa ao Governo para que possa não taxar o IRC relativamente aos lucros retidos, a exemplo do que sucedeu, em Portugal, nos anos 80 do século passado.
Quanto à primeira medida, parece de facto inevitável que, na ausência de uma harmonização fiscal na Europa e na União Monetária e Económica, Portugal tente induzir novo investimento, nacional ou estrangeiro, através de uma fiscalidade mais competitiva. Não representa qualquer quebra nas receitas fiscais, porque se aplica apenas aos novos investimentos, e estarão previstas medidas de fiscalização muito rigorosas, envolvendo a DGCI - Direção Geral das Contribuições e Impostos - que tem capacidade técnica de fiscalização.
sexta-feira, outubro 19, 2012
O HABITUAL COMPORTAMENTO DE PUTA PUDICA
«"É, porventura, o Orçamento do estado mais difícil dos últimos anos, mas que não haja dúvida que é a factura do passado. É a factura da festa da governação socialista”, acusou o governante durante o debate que tem na agenda uma interpelação do PCP ao Governo sobre "Política Alternativa".
Álvaro Santos Pereira enumerou depois as Parcerias Público-Privadas, as rendas excessivas na energia, o QREN e a “festa da Parque Escolar”.
O ministro da Economia criticou igualmente inaugurações de estradas, auto-estradas, barragens inúmeros “contratos milionários e projectos faraónicos” celebrados pelo PS. E concluiu, afirmando que “é tempo de largar a pá e parar de cavar”.
"É isso que estamos a fazer com grandes sacrifícios e sem pretensões eleitoralistas", disse o ministro.
A intervenção de Álvaro Santos Pereira provocou grande agitação na bancada do PS. Mas pôs de pé as bancadas da maioria PSD/CDS num forte aplauso em uníssono." A bancada do PS com o seu habitual comportamento de puta pudica ficou agitado. Os responsáveis pelo maior desastre económico do país ficaram agitados.
Alguns deles deveriam ser trancados num prisão funda sem poder ver a luz do sol durante anos pelo mal que causaram a todo um povo. Não reconhecer e não falar do papel criminoso do PS e dos seus sequazes é esquecer uma importante lição para o futuro. É tentar ocultar a verdade de um povo entorpecido, triste e sem esperança.
É bom que as pessoas ouçam aquilo que é a realidade dos números e porque é que ela é como é. Uma dívida externa assim e um deficit louco (mesmo sem contar com a desorçamentação) é responsabilidade de alguém. Não aconteceu por acaso. Aconteceu por corrupção, por conluio com empresas que viveram da mama estatal durante anos e se preparam para viver uns quantos anos mais.
Alguém que o diga. Tenho pena que seja Santos Pereira porque gosto dele. Sei que o faz porque não tem pretensões políticas ao contrário de outros ministros mais políticos.
Mas quem o devia fazer era o 1.º ministro ainda que reconheça que isso não muda a dura realidade.
Quanto às escumalha do PS pouco há a dizer. É apenas escumalha.
E como qualquer ladrão apanhado em flagrante não aceita que roubou e destruiu um país pela sua incompetência e ganância.» Groink
quinta-feira, outubro 18, 2012
NADA MAIS VENAL NEM MAIS VENÉREO
Só um grande ministro faz um grande diagnóstico ao estado do Estado: quem senão o PS trouxe toda a espécie de bicharada venérea e lepra às Contas Públicas Nacionais?! Antes de se falar em Bomba Atómica Fiscal, em Napalm Fiscal ou em Septicemia Económica e em morrer antes de emagrecer, do que é preciso falar é da Piolheira Venérea Fiscal, transmitida pelos Governos Sócrates ao Governo Passos: o herpes da total devastação em negociatas, em comissões, no pagamento de avenças por opiniões encartadas que, nos media, escamoteassem sistematicamente, mas com prestígio, a dívida que já se agigantava em 2006-2007, no pagamento de um marketing agressivo, profissionalíssimo, caríssimo, que escondeu da Opinião Pública toda a espécie de factos graves, de opacidades criminais, de linhas de rumo desastrosas. Nada mais venal nem mais venéreo nem mais leproso que socialistas ao leme do País: é lepra moral e desatino contabilístico pela certa. Há quem diga que os teremos em breve novamente no Governo de Portugal porque o mais certo será termos eleições antecipadas: estão a escalar em modo lesma as sondagens do nosso descontentamento. Pode ser verdade. Depois de terem feito o máximo de merda possível, vêm como especialistas imbatíveis limpá-la. Faz sentido. Ah, Portugueses, ninguém vos bate a votar! Ninguém como vocês para escolher 'bem'.
sexta-feira, agosto 17, 2012
sábado, junho 30, 2012
CIRCO NA COVILHÃ
Não achei nada de especial o comportamento que ontem, na Covilhã, o ministro da Economia teve de aturar, quando pelo menos um sindicalista ardido se atirava de borco roçando o bojo em cima da limusina estatal. Revi-me no teatro do desespero, mas mesmo esse parece ter sido postiço e o meu, pessoal, não o é. Foi, portanto, mau teatro e muito isolado. Terão porventura ocorrido os crimes de ataque pessoal, sequestro e intimidação fisica, mas mesmo esses tiveram um ar manifestamente patético, paródico. Os dirigentes da União de Sindicatos nasceram amadores e assim envelheceram. É como se no fundo das suas consciências reconhecessem o quanto muito do que se muda e se agrava sobre quem trabalha não provém propriamente da sanha liberalizadora do Governo, não é o Governo a querer, mas o Mundo, sacana e re-esclavagista, é certo, a exigi-lo. Há, porém, Governos e Governos. Nem todos ousam instalar uma máquina de propaganda que trucida a verdade e, se puder, intimida os que se aprestam a protestar como ocorreu com os Governos filhos-da-putísticos, quando os professores eram moralmente guilhotinados [com o beneplácito fajuto de Cavaco, não se pode esquecer]. Não admira que, aqui e ali, perante a aludida pátina espessa de mentiras e saque, pessoas houvesse que zombassem de outras pessoas cujo crime era participarem em reuniões acéfalas e aclamativas de um Partido Socialista fascizado pela escória que o vulgarizou.
sexta-feira, junho 29, 2012
COITADO DO ÁLVARO. COITADOS DE NÓS
Parece ter sido afinal o Álvaro um dos primeiros a apanhar com as Fúrias e com os ventres bojudos do desespero legítimo ou não. Em cima do capot do popó público. Políticas que desconsiderem pessoas, liquidam pessoas. Deveria haver limites aos cortes e a muitas outras coisas feitas a correr. Mas também não houve limites ao endividamento. Se a actual execução orçamental inesperadamente desastrosa não estiver a ensinar alguma coisa a este Governo, metam explicador, tão afincadamente meteram a faca preconceituosa ao pescoço de funcionários públicos, os que estavam mais à mão. Por exemplo, os pretos dos contratados há décadas no Ensino parecem ser os senhores descartáveis que se seguem, segundo a actividade governativa cortante em decurso, vagamente assemelhada a política. Seja. Não há dinheiro e qualquer bode expiatório serve. Para além do apelo tolo a que emigremos, por que não sugerem que nos matemos?!
sábado, março 17, 2012
FAÇA O QUE FIZER
Álvaro tem servido para que as hienas do Partido Socialista o procurem atingir por atingir. Se haveria a retirar algum tipo de dividendo político, os motivos são tão estéreis quanto pérfidos e o método reles porque rebaixatório, basta atentar o tom de Basílio Horta. Extirpada a Malícia que liderava aquilo-PS, não ficou nada. É com esse nada que se salta baldamente às canelas canadianas do ministro.
sexta-feira, março 16, 2012
ÁLVARO E A EXCELENTE ESTOCADA AO PS
«Quem pensou que no
Parlamento ia estar um
ministro da Economia
fragilizado com a polémica à
volta do QREN e do seu papel
na gestão dos fundos europeus,
enganou-se. O PS foi por aí,
foi a razão por que chamou o
ministro, mas apareceu um
Santos Pereira combativo,
a questionar a liderança de
Seguro e o papel do PS, naquele
que foi o ataque mais violento
desferido por um membro do
Governo aos socialistas, desde
que à sua frente está Seguro.» Público, 16, Março, 2012
quinta-feira, março 15, 2012
HOJE EU AMO O ÁLVARO
Este Álvaro, agora mesmo no Parlamento, é O MEU MINISTRO. Deveria ser o ministro de todos nós! Grande. Grande. Grande.
sexta-feira, março 09, 2012
A AURA QUE NIMBA MENDES
Marques Mendes apanhou o tom adequado que faz dele, mais que o político mediano e mal entendido que já foi, o comunicador confortável e realizado no papel de Marcelo Número Dois. E com mérito. Ok. Daí que valha a pena empolar os ajustes e reajustes de poder e influência no seio de um Governo obrigatoriamente claustrofóbico no plano orçamental, não vale. Gaspar e Álvaro estão bem e recomendam-se na sua guerra pelo melhor caminho no serviço aos objectivos já definidos e a salvaguarda dos superiores interesses de Portugal. «Não há dinheiro. Qual das palavras não percebe?» Num saco de gatos, com forretas e sonhadores demasiado jovens para não acoitar ingenuidade, que ganhe o que tiver as unhas mais afiadas bem como a firmeza mais firme e a couraça mais córnea.
MORBIDEZ E AUSTEROFOBIA
Depois de me ter dado à trabalheira psíquica de ler o que José Pacheco Pereira resolveu escrever, publicado no dia três de Março no jornal Público, concluo que o fim do mundo está próximo, o Ministro das Finanças não deixará pedra sobre pedra da economia moribunda e que o melhor será não estar vivo quando tudo soçobrar. Mórbido. Austerofóbico. Nós, os que há meses, pelo mês afora, não temos senão trocos para o café-que-substitui-o-almoço e não temos senão moedas pequenas para meias-de-leite que suprem lanches ou pequenos-almoços, nós nunca compreenderemos o por que ainda estamos vivos, nesta precariedade miserável e galopante, uma vez que o chão se vai abrindo para milhares de cidadãos todos os dias. Naturalmente, o intelectual Pacheco anuncia o colapso dos outros portugueses e a tragédia alheia dos demais cidadãos por via das opções iniludíveis do Governo Passos e do super-ministro Gaspar. Mas Pacheco tem notas de cem para coleccionar os seus panfletos raros e farejar os deliciosos livros ratados nas livrarias excepcionais que vão fechando. Eu todos os dias apanho com o sol na face, transpiro no regresso a casa, e acredito. Quando, desde há muito, tudo nos é austeridade, nenhuma austeridade adveniente poderá ser pior que a que tivemos e ainda temos. Nenhum temor, de resto. O que vier, se vier, encontrar-me-á firme, de lança e escudo, minhas Palavras, como bom espartano, a teu lado, protegendo o teu flanco. Gosto de boa retórica, mas não do diletantismo que nunca geriu ninguém, nunca ganhou eleições, nunca arriscou o pescoço no trabalho-serviço à Pólis, como fez Menezes ou Rui Rio, ou outros que fizeram a diferença no terreno. Era suposto que a treta negativista de Pacheco fosse, antes, estímulo e fio de Ariadne. Não. É cu obstipado, túnel sem luz, beco.
segunda-feira, março 05, 2012
DO DECORRENTE EXTERMÍNIO PORTUGUÊS DE VELHOS
«O dilema com que o país se depara é este: não temos nenhuma possibilidade de pagar o que devemos, nem que os crápulas do actual governo matem os velhos todos, arrasem por completo a classe média, e em cima disto expulsem do país todos os Álvaros que gostam, sabem e querem trabalhar. O contabilista Gaspar descobriu uma nova receita extraordinária (chama-se QREN) para disfarçar o que não tem disfarce possível, isto é, que sem um novo resgate europeu a insolvência declarada de Portugal ocorrerá já em 2012, ou o mais tardar, em 2013. Desta vez, nem a China, e muito menos Angola, ou o Brasil, nos salvarão de uma perigosa e catastrófica aproximação do calvário da Grécia.» O António Maria
domingo, março 04, 2012
POR OUTRAS PALAVRAS
Para que serve o Álvaro? Ok, compreendo. Será o relações públicas do Governo Passos, o rosto da humanidade e da falibilidade, humana também ela. Será o embaixador da Nata-Pastel e o rosto dos Ovos Moles internacionalizados de Aveiro, será a mascote de Portugal à procura de uma esperança e um êxodo feliz. Eu gosto do Álvaro. Não gosto de Seguro. Os idiotas perniciosos aos interesses de Portugal andam demasiado activos, emitindo estados de alma que são facadas nas costas da nossa imagem externa. Deixem o Álvaro em paz.
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
A PROSA FULVA DA IDIOTIA
O que chamar a esta prosa confusa que hesita entre rebaixar o Álvaro para lisonjear o Gaspar ou rebaixar o Gaspar para elevar o Álvaro? Tendo em conta que por ali, n'O Asno, igualmente se suspira, conspira e transpira em defesa do raivoso Sith Sócrates, a coisa sai manifestamente frankensteiniana e fulva. Fulva porque, de repente, é como se O Burro se fizesse passar por um blogue Laranja, só para poder desopilar.
segunda-feira, janeiro 16, 2012
CALENDÁRIO ENXUTO DE MEDIDAS AVULSAS
«Erguido o blogger a super-ministro, resta-nos ajudar o Álvaro a substituir as postas por decisões de alcance estratégico, e as perguntas retóricas sobre frango assado e pastelaria lisboeta por um calendário enxuto de medidas avulsas.» Luís M. Jorge
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