Eu vi nascer bloggers. Olhei para eles como um pai ou uma mãe escuta com os olhos ávidos os primeiros vagidos ao colo. Muito raramente se deu que esses baby-bloggers se transformassem em ostensivos desprezadores da gente que os viu nascer e lhes viu o cu primordial, coisa que, se começa por perturbar mais tarde não aquece nem arrefece. O carácter! Sempre o carácter que pode ser mau, dúbio, assim-assim. No caso dos bloggers, vale o que vale, minúscula nótula em fim de página. No caso dos políticos, a respectiva avaliação deveria pesar bem mais porque nos aturde e reflecte-se em despudorada insensibilidade. Sobre a matéria, eis o meu subsídio ao vosso bocejo: «Em Portugal, discutimos, e não é de agora, o carácter dos políticos como os americanos. Mas ao contrário dos americanos, não usamos a discussão para decidir se os queremos ou não.» TMR
3 comentários:
Já te disse para deixares o TMR em paz.
amigo
a gratidão é palavra que só existe nos dicionários.
a condição humana é má; a portuguesa é 'muito péssima'.
'me cago en los politicos de izquierda y de derecha'. são 'montones de mierda'
isso é blogger paternalismo
é assi uma espécie de presidencialismo bloguista
ou de messianismo birtual
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