Perante uma intervenção externa, toda a independência é aparente e ilusória em caso de não obediência, isto é, de incumprimento. A impotência pode ser esperançosa, mas é, enquanto o for, impotente. Por isso mesmo é muito fácil escrever isto: «O que aconteceu foi ouvirmos no Parlamento, num primeiro momento, um ministro das Finanças esperançoso de ver aplicar a Portugal as condições mais favoráveis concedidas à Grécia, para, seguidamente, assistirmos ao recuo em toda a linha perante a admoestação dos seus congéneres alemão e francês, aconselhando-o a não se colar à Grécia. Em política, o que parece, é. E, neste episódio, a postura de independência, que o Governo tanto reivindica, sai muito turvada face às vozes de Schäuble e Moscovici.» DN, Editorial
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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