ABSOLUTA BAIXEZA

Não, não se deve ler lixo, o lixo do tacho, o tachismo servil em forma de lixo. Mas convém compreender quais os alvos e a linguagem do lixo para sabermos o que evitar e sobretudo de que supositórios de ética o lixo carece. É um consolo saber que decididamente o lixo e nós não fazemos parte do mesmo mundo. Nunca é de mais recordar, como faz o editorial do Sol: «... recordem-se as pressões exercidas por Lopes da Mota, a pedido do então ministro da Justiça, sobre os magistrados detentores do processo – pressões essas que foram dadas como provadas e que lhe valeram a sua demissão do Eurojust. O Freeport não foi, pois, uma ficção – foi um caso complexo, que envolveu a aprovação de um projecto polémico a três dias de eleições, quando o Governo já estava em gestão. Pode esquecer-se o passado – mas não é possível reescrevê-lo.»

Comments

Anonymous said…
A razão porque Pedro Passos Coelho anda há muito tempo a pedir a cabeça do Procurador-Geral da República, sempre achei a desculpa das escutas do caso Face Oculta muito frouxa.
Zé Povinho said…
Esquecer é uma "qualidade" que os políticos cultivam.
Abraço do Zé

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