FALÊNCIA EXPLICADA ÀS CRIANÇAS
Um País falido explica-se. A escala de Portugal é ridícula comparada com a de outros países com outros números e outra capacidade de gerar riqueza e distribuí-la com equidade. Portugal pouco ou nada produz. A fonte de riqueza do País são os seus pobres contribuintes, os seus emigrantes e imigrantes, esmagados de Fisco, desprotegidos cidadãos que não têm como meter despesas pessoais no IRC das empresas que não têm para assim escapar facilmente ao Fisco na ordem dos milhares de milhões de euros. Tal como a maior rirqueza do Brasil ainda são os brasileiros, a principal fonte de receitas do Estado Português são ainda os mais pobres dos contribuintes portugueses, há anos a receber miséria como salário ou reforma, há anos a assistir a que as cunhas compensem e o mérito não. São eles, somos nós, que pagamos reformas obscenas a pançudos determinados pelo dedo discricionário do Governo. São eles, somos nós, que, enquanto empobrecemos paulatinamente, todos os meses pagamos exorbitâncias a gestores e administradores "públicos". 420.000,00 € ao administrador da TAP, Fernando Pinto; 371.000,00 € ao administrador da CGD, Faria de Oliveira; 365.000,00 € ao administrador da PT, Henrique Granadeiro; 250.040,00 € RTP ao administrador Guilherme Costa; 249.448,00 € ao administrador do BANCO DE PORTUGAL, que sucedeu a (porque era o que pagávamos a) Vítor Constâncio; 247.938,00 € ao administrador do ISP, Fernando Nogueira de quem não se ouve falar; 245.552,00 € ao Presidente da CMVM , Carlos Tavares; 233.857,00 € ao administrador da ERSE, Vítor Santos; 224.000,00 € ao administrador da ANA COM, Amado da Silva; 200.200,00 € ao Presidente dos CTT, Mata da Costa; 134.197,00 € ao administrador da PARPÚBLICA, José Plácido Reis; 133.000,00 € ao administrador da ANA, Guilhermino Rodrigues; 126.686,00 € ao administrador da ADP , Pedro Serra; 96.507,00 € ao administrador da METRO PORTO, António Oliveira Fonseca; 89.299,00 € ao administrador da LUSA, Afonso Camões; 69.110,00 € ao administrador da CP, Cardoso dos Reis; 66.536,00 € ao administrador da REFER, Luís Pardal; 66.536,00 € ao administrador da METRO LISBOA, Joaquim Reis; 58.865,00 € ao administrador da CARRIS, José Manuel Rodrigues; 58.859,00 € à administradora dos STCP, Fernanda Meneses. Isto totaliza mensalmente: 3.706.630,00 €, quase quatro milhões de euros. Logo, por ano, são 51.892.820,00 €. Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias) 926.657,50 € Média Prémios: 52.819.477,50 €. Escândalo completo. É para ajudar a esta justiça remuneratória que alguns de nós estão desempregados compulsivamente ou que se nos sugere abdiquemos do subsídio de Férias e ou Natal e perca cada um 15% do seu salário? Algum PSD aparece a propor esta fantástica equação. Nem com o abdicar de cinco por cento do seu salário aceitou Sócrates que os políticos dessem o exemplo, num tempo em que esfola o cidadão sem piedade para colocar as contas públicas em ordem. Se os políticos não o dão, como é possível conceber que sejam exemplares esses nababos absolutos no paraíso infernal do precário e do mal pago?! Fiquem as crianças a compreender com que falta de equidade e sentido da totalidade é que se liquida um País, conduzindo-o à falência.
Comments
socialismo é fascismo.
este distribui o que não há.
vive de empréstimos que os contribuintes pagarão no futuro.
dizia um indio para outro sobre
o sport lisboa e betão
'falido por um, falido por mil'