O SALAZAR WITHIN
Quarenta anos passados sobre a morte de Salazar, oscila-se entre a recusa do fantasma do Estado Novo e a ânsia pela reedição do seu líder. Matreiro e intuitivo, ele explorou a covardia geral e a necessidade de uma espécie de paternidade régia e tirana, discreta e omnisciente. De alguma forma, hoje temos um neo-salazarismo sem Salazar porque o socratismo replica o modelo formal, simbólico, de força e liderança aparvalhadamente vidente e visionária, mas onde o acento recai nas lógicas corporativistas ávidas do partido socialista. Mil anos de saque nunca serão suficientes e há matronas por todo o País a babar secreções sobre o PM, primariamente tomando a nunvem por Juno. O mérito profissional, científico tem de emigrar porque a cunha transpassa a Sociedade em doses letais para o nosso crescimento, organização e coesão.

Comments
não teria conseguido fazer o pouco que me deixaram fazer.
em 1975 a minha falecida mulher conheceu casualmente D. Maria de Jesus a quem ofereceram milhares pelas suas memóris. levou-as