O pior que poderia acontecer ao pobre senecto Franquelim Alves era ter à perna os pirrónicos da Pseudo-Esquerda, era expor-se à 'extrema moralidade, à 'inatacável exigência ética' e à 'absoluta responsabilidade' desta gente, para não falar do extremoso exemplo da restante classe política até ao presente. O Parlamento não é aquele poço de virtudes que talvez pudesse ser, caso não tivesse sido capturado e apodrecido pelos partidos. Tem sido, sim, um refúgio para o refugo, a parte mais reles que ousou ser Poder e escapar para mais longe. Antes de apontar dedos ao infeliz recém-empossado, seria preciso ter higienizado a bancada de quem lá descansa indevidamente as nádegas, como Paulo Campos e toda a restante tralha malcheirosa estrategicamente lá depositada como recompensa, relíquia de um tempo que não pode regressar.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
2 comentários:
a ar não passa dum circo ambulante onde a esquerda exibe os seus palhaços
Um circo, de facto, mas pago por nós e bem. A partidocracia, que nos impingiram depois do 25a, resultou na perpectuação do sistema. Tudo aquilo é combinado. Dizia o saudoso Lucas Pires, que a ar era como os combates de boxe, no Parque Mayer, antes do combate, já se sabia o vencedor. Pelo menos, que algum "deputado", com o minimo de educação, e no intervalo, das comezainas, que o resto do povo não come, porque não tem dinheiro, para tanto luxo, eles pedissem desculpa ao povo, por terem levado Portugal á situação a que chegou.
Agradecia, que não peçam com a boca cheia.
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