TOO LATE FOR THAT NOW, AMADO!

Agora é tarde para falar de firmeza e não há nem nunca houve ponta de agressividade
nesta organização a precisar urgentemente de refundação.
Muito menos em relação à Rússia nos seus arroubos de incontinência bélica.
A NATO são os Estados Unidos e a sua luta ostensiva por influência,
venda de armamento, e outros negócios, sobre os países-tampão
dentro da ancestral órbita de influência russa,
como é o caso da Ucrânia e sobretudo da Geórgia.
Nem falemos da Roménia ou da Polónia.
O que há de europeu na NATO não se ouve, não se sente e nem se vê.
lkj
Post-Posta: naturalmente, vejo em Amado um perfeito sucessor de Solana.
The world's a stage and so is European Union, that burocratic Onion of Power!
lkj
«Numa análise publicada no Moscow Times, a analista russa Lilia Chevtsova escreve
que "o conflito armado entre Moscovo e Tbilissi é sobre poderio e sobrevivência",
a Ossétia é um mero pretexto.
lkj
"O pior pesadelo para a elite russa é que a Geórgia (e a Ucrânia)
se tornem membros da NATO." Vladimir Putin e Dmitri Medvedev
passam a imagem de uma Rússia "fortaleza sitiada".
A "elite", que voltou a subir o tom da retórica antiocidental
"como uma componente-chave da sua política externa",
pretende também enviar uma mensagem à Ucrânia
e a outros países da sua esfera de influência:
"Pode ser perigoso aquecer as relações com o Oeste."
lkj
Trata-se da aplicação de uma "política de contenção"
em relação ao Ocidente. Mas, "ironicamente, ao tentar expulsar o Presidente georgiano
Mikhail Saakashvili, Moscovo pode de facto facilitar uma integração da Geórgia na NATO".
O preço interno desta orientação será também elevado, diz Chevtsova:
já está a provocar "uma ressaca conservadora"
que anulará as veleidades da "política de modernização"
prometida por Medvedev.». [Público]
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