segunda-feira, abril 30, 2007

UM CRISTÃO CONVERTIDO


João, devo dizer que fiquei muito feliz com esse teu post
porque é tudo aquilo que deve ser dito e vivido hoje em qualquer contexto de vida,
em qualquer migalha do encontro pessoa a pessoa.
Eu creio firmemente em tudo o que elencaste.

Creio e vivo dilecerado
com as minhas próprias contradições
e com as barreiras de orgulho
que o tempo presente coloca
ao esplendor manso de Cristo.

Far-me-ia palhaço, malabarista, prestidigitador, qualquer coisa excessivo e excêntrico,

se isso representasse milhões de acordares
de outra coisa para A Pessoa Viva de Cristo!
Mas conversão é processo.
Na verdade, faço-me de palhaço,
malabarista,
prestidigitador,
qualquer coisa de louco, excessivo e excêntrico
e ando à procura da liberdade absoluta e extrema que só em Cristo radica.
Conversão é fascínio indelével,
é inconformismo permanente com o Tempo e o Espaço,
até à conformidade gloriosa e corporal com O que há-de vir.
Conversão é encontro pleno,
reencontro na autenticidade identitária de cada um,
impressão digital da nossa história de amados de Deus,
e é transencontro na brisa que passa ao fim da tarde
e em que se está, finalmente,
nesse silencio de entrega
à vontade do PAI.

1 comentário:

João Távora disse...

Obrigado Joshua pelas simpáticas palavras.