sexta-feira, fevereiro 20, 2009

DREN BRINCA AOS GULAGS


Praticando um nojo indiscritível e estalinizando muito, a DREN segue igual a si mesma: aberracional. Brinca aos Gulags, obriga, constrange, desautoriza e escreve num Português Assustador. Gulag, do russo ГУЛАГ: Главное Управление Исправительно — Трудовых Лагерей, "Glavnoye Upravleniye Ispravitelno-trudovykh Lagerey" ou "Administração Geral dos Campos", era um sistema de campos de trabalhos forçados para criminosos e presos políticos da União Soviética. Este sistema funcionou de 1918 até 1956. Foram aprisionadas milhões de pessoas, muitas delas vítimas das perseguições de Stalin. Enfim, esta esquerda 'moderada' de esbirros e galfarros mais papistas que o papa não aprendeu nada e está à espera que lhe aconteça o que a História abundantemente exemplifica. PROmova dixit: "A Directora Regional confirma os seus tiques autocráticos, violentadores da convivência democrática e da inerente liberdade de expressão, além de que aparenta não estar provida do nível cultural requerido à ocupação de um cargo de tão elevada responsabilidade, pois evidencia deficits clamorosos de expressão linguística, como atesta, de forma exuberante, o ponto 3 inserto no e-mail remetido ao Agrupamento, cujo conteúdo é, de todo, ininteligível": «Os professores do Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura desfilaram hoje, ao lado dos alunos que festejavam o Carnaval. Mas vestidos de negro, amordaçados e com as mãos presas por correntes, como forma de protesto contra a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) que, contrariando uma decisão do Conselho Pedagógico, lhes ordenou que acompanhassem as cerca de 400 crianças do pré-escolar e do 1º ciclo do Ensino Básico, pelas ruas da sede do concelho.“Só antes do 25 de Abril é que as pessoas eram obrigadas, é uma vergonha!”, indignou-se uma docente que disse não se identificar por medo de represálias e que ostentava correntes em volta dos punhos e um saco preto na cabeça. Outro professor, Armando Lopes, sublinhou que a decisão da DREN “é ilegal”, por contrariar uma decisão tomada pelo conselho pedagógico, “um órgão com autonomia”.» "PROmova dixit também: a CONFAP mostrou-se ao seu melhor nível, deturpando, falaciosamente, o conteúdo e o alcance da decisão tomada pelo Conselho Pedagógico, o que denota ignorância grosseira ou má-fé;6) aplicou-se, a esta situação concreta, a orientação política geral que vai no sentido de privilegiar o autoritarismo sem autoridade e de sobrevalorizar o folclore e o espectáculo, em detrimento da imprescindível preservação da autoridade dos professores e das escolas, alimentando-se, assim, um sentimento rasteiro de hostilização aos docentes, o qual, desgraçadamente, começa a grassar pelo país."

5 comentários:

Anónimo disse...

puro autoritarismo. é o estado burocrático no seu melhor. tudo se comanda à distância.

Lura do Grilo disse...

Ainda por cima muito mal escrito. Isto mostra bem a competência da "comissária" que assinou o documento e dirige este organismo.

Zé Povinho disse...

Com censuras e recomendações como vamos ouvindo, ainda há quem diga que não há medo mesmo lá pelo PS?
Só o clone Pereira e o Malhadinhas certamente.
Bom Carnaval
Abraço do Zé

Anónimo disse...

impressionou-me especialmente a cara revoltada dos professores que desfilaram de cara destapada... a sua face espelha de que lado está a verdade desta triste história!!!

antonio ganhão disse...

O autoritarismo não se dá bem com o Carnval. Quem não se lembra do Cavaco?

Hoje foi o Magalhães e o MP, agora Paredes e a DREN, os esbirros não suportam o riso, julgam sempre ser deles de que nos estanos a rir!