Pensar no Manchester United é pensar na qualidade elevada ao extremo, mas também no amplo proteccionismo de que goza nas competições internas. Quando se supunha ser Villas-Boas inteiramente diverso de Mourinho, nem especial nem dado ao espavento do conflito e da polémica, vai-se a ver e lá vem Villas-Boas fazer de Mourinho ao queixar-se como Mourinho se queixou em Itália e agora em Espanha. Ele sabe que para superar o sistema implantado numa dada Liga estrangeira a fim de ter o sucesso com que chegou rotulado não basta ser bom nem sequer é suficiente ser perfeito. É preciso que as arbitragens não estejam ali a atrapalhar ou fazer fretes aos principais rivais. André assemelha-se cada vez mais ao mentor modelado pela realidade, pela pressão, pela margem mínima para desaires.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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