Sou daqueles que, como Medina Carreira, desculpabilizo parcialmente a bancarrota perpetrada por Alberto Jardim e de igual modo considero que todos os governantes da última década deveriam ser processados, especialmente José Sócrates pelo dolo, pelo esbanjamento criminoso de dinheiros públicos em imagem, marketing político, SIS de bolso, assessorias fúteis, línguas de pau, excesso de buffet por dá cá aquela palha inaugural e logo adiante falida. Mas eu iria ainda mais longe, recomendando criminalização a quantos levaram o País por duas vezes à bancarrota, em 1978 e 1983, e também quantos legislaram e tornaram possíveis aquele tipo de reformas principescas, orientadas para A e B a dedo, reformas obscenas, duplas, triplas, milionárias, enquanto temos gente com duzentos e tal vergonheuros para morrer na ignomínia e no charco de miséria. Se é para lá que caminhamos inexoravelmente, qual o escândalo em encarcerar Sócrates e um punhado de irresponsáveis que cavaram não apenas uma crise política, mas uma crise cívica, com garantida miséria e empobrecimento de massas. Pensem nisto que eu não duro sempre.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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