Acho delicioso o paradoxo e a simbologia inscritos no assalto ao edifício da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, Rua Alexandre Herculano, em Lisboa. Paradoxo porque deveria estar blindado com todas as identidades cruzadas. A simbologia porque das duas uma, ou limpar cresceu de abrangência ou elas, pobres mulheres, de tão exasperadas, já não sabem o que fazem. A indigência deve ser muita no meu querido País, basta abrir os olhos na grande cidade. Como se fosse uma agente secreta, ao serviço dos mais mal-cheirentos investigados por corrupção, foi a empregada de limpeza a primeira detida. Não é por nada, mas deveria ser à prova de assalto o sítio onde correm algumas das mais complexas investigações relativas a corrupção e outra criminalidade económica. E daí, mais uma razão para tal coisa não ter sido por acaso.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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