Nunca gostei nem compreendi a ERC. Há quem também não aceite nem compreenda o fim do colestrol no Estado Português e, portanto, a extinção urgente de tanto organismo inútil criado apenas por 'amizade favoritista', desprezo pelo erário, espírito de facção partidária. Ontem era o até aqui chefe da inaudita Inspecção Geral das Autarquias Locais, um juiz desembargador, bradava contra Relvas, protestando a imprescindibilidade dos seus obscuros e, repito, inauditos serviços. Desabafou num site obscuro e cortaram-lhe o pio, como se não houvesse um desígnio nacional bem maior que o seu umbigo. Não há-de ser o único perplexo com o fim da respectiva torre de marfim. O fim dos tachos e das redundâncias criativas no aparelho de Estado merece bem uma garrafa de champagne, mas note-se que o tempo urge. Cortar despesa, se passa por aí, vai tarde e a más horas. Outra entidade absolutamente imprescindível é a ERC e mais imprescindível ainda o que os seus papais intérpretes tenham a dizer: «Estrela Serrano, é ignorante politicamente, porque parece não saber o que é óbvio e todos sabem: os nomes da lista de conselheiros e do respectivo presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social são sempre negociados entre os líderes dos dois maiores partidos, como aliás aconteceu no tempo em que ela e Azeredo Lopes foram eleitos para os cargos que ainda ocupam. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, tem mandato para negociar esses mesmos nomes no parlamento em nome do líder do PSD, Pedro Passos Coelho, com o líder do PS, António José Seguro.» PPM
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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