Já cá faltavam os inquéritos do sr. procurador-geral da República. Se há coisa tenebrosa e que normalmente significa o contrário do que quer dizer é o chamado inquérito-crime ordenado pela PGR. O caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira já está investigado à nascença, tendo um culpado absoluto e outro relativo, ambos pródigos na bactéria do crime contra o erário. Se Pinto Monteiro queria ressurgir do túmulo mediático, escusava o esforço. Alberto João Jardim já é o culpado relativo. O culpado absoluto chama-se José Sócrates pelo péssimo exemplo que deu no seu desastroso e egolátrico desgoverno. Pertence aos socratistas a ocultação e manipulação total e absoluta das cifras do défice em 2009. Haverá coisa com mais dolo, mais primitiva e desonesta? O que está antes e veio depois disso faz de Jardim um santo na proporção do dano. Querem abrir um precedente e processar Jardim? Comecem por processar José Sócrates para romper com o sentido selectivo de justiça nutrido e acalentado pelos socialistas.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
1 comentário:
'candeia que vai à frente
alumia duas vezes'
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