INSÓLITO SUICIDA INVOLUNTÁRIO ASSASSINADO
Muito honestamente, este veredicto justiceirista parece encaixar demasiado bem na engrenagem ou na lógica forçada de saciação mediática, servindo fria uma compensação qualquer à má consciência norte-americana e a forma indulgente como amamenta o doentio apenas por causa da fama planetária grangeada. Soa isto possível apenas porque a estrela defunta em causa, há imenso tempo ensandecida e num vórtice de dependências químicas de variadíssimo tipo, era quem era, pelo que nem sequer o facto de ter perdido o completo controlo sobre si mesma serve de atenuante. Coitado de Conrad Murray! Estas americanices são doidas!
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