LISBOA, GALERIA FRIGORÍFICA

Acho que sou meio francês na minha delicadeza quotidiana cheia de «Bom dia, Casimiro!»; «Bom dia, Dona Celeste!»; «Bom dia, sr. Ribeiro!», para além de infinitos «Tudo de bom...», nas despedidas. Sobre os franceses e os tugas não convém generalizar, porque, por exemplo, em Lisboa sinto-me numa galeria frigorífica onde a inexpressividade e o fechamento dos rostos impera, mas em Gondomar, a um pedido de informação na rua feito a uma só pessoa, logo se aproximam duas, três ou quatro, que se digladiam para me darem informações enciclopédicas acerca da betesga por que não pesquisei previamente no GoogleMaps.

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