Imaginemos que num Regime como o nosso um Primeiro-Ministro estava mesmo a tornar-se perigoso [o que de facto já aconteceu e só se resolveu graças a eleições, tardias!, PM cuja periculosidade mostra-a o respectivo legado, este mar de merda em que vogamos, meio mundo de contas para pagar, desemprego massivo, carências básicas, emigração angustiosa, choro e ranger de dentes]. Quem, dentre todos os caramelos da política, dentre toda a fauna de avençados e subvencionados vitaliciamente graças a ela; quem dentre os mega-advogados do Regime, os proenças, os júdice, os abancados nas TV, os abonados dos Orçamentos porque sim; quem dentre todos os filhos dilectos do Regime poderia falar e ser credível para nos avisar?! Qualquer um, menos Alegre, um hipócrita, perito em virginalizar o discurso capitão-gancho de uma vida passada a descansar, a passear e a suspirar. Qualquer um, menos Soares. No entanto, a cansativa jacobinância alternante está sempre aí, à boca da antena. Surge sumo-sacerdotal, indigna-se, caga sentenças, opina definitivamente. E é sempre a mesma, para nos lembrar quem efectivamente tutela isto com os seus vastos abdómens e quem é que tem o direito exclusivo a apascentar a nacional mediocridade tal como ela é, com as bancarrotas corruptas que pariu desde os idos de setenta e o statu quo que a nada aspira senão à cepa torta.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
segunda-feira, setembro 02, 2013
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