terça-feira, setembro 10, 2013

NA VERTIGEM DA ALIENAÇÃO

António José Seguro estará sempre desfasado da hora política do País, do sentido de qualquer emergência, enquanto mantiver um registo alienado, populista, demagógico. Tó Zé pende para o lado mais suave, doce e tresloucado da política ao negar evidências estruturais e ao fugir das exigências conjunturais que hoje se nos colocam: cortes a constar no Orçamento, preço da mais imediata negociação bem sucedida com a Troyka. É certo que o PS é uma omertà sequiosa e faminta de benefícios de facção, velho sanguessugadouro de impostos, glorioso na dívida, famélico no pagá-la, mãe de problemas bem emaranhados para a saúde económica do País, mas por vezes poderia disfarçar. Ao não querer ter algo ver com soluções dolorosas mas necessárias e ao não se associar aos resultados positivos e respectivo mérito que começam a avultar, o PS nada terá a oferecer a quem vota. Ainda bem.

1 comentário:

Passaroco do Mondego disse...

Bem botado. Saudações do Mondego ao Joaquim!... Um abraço