NA MORTE DE SÓCRATES, MEU ÍDOLO
Confesso que, na minha infância e adolescência, o futebol deste brasileiro de nome excêntrico me deliciava assim como o da sua selecção. Uma lástima a forma como a doença e a morte se apoderaram de si cedo de mais. Custa-me sobretudo pelo facto de não ter exercido exemplar o tipo de magistério de influência benéfica por ídolos como Zico, Roberto Dinamite, para não falar dos casos modelares de Eusébio e Pelé, ainda que este com demasiada polémica, vaidade e desilusões pelo caminho. Descansa em Paz, Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira.

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