SEGURO E TRALHA SOCIALISTA-SOCRATISTA EM GERAL
Seguro poderia bem poupar-nos a mensagens de Natal e mais discursos flácidos, hipocritamente compungidos, aos portugueses. Era um bem que nos faria. Obviamente, Seguro não pode ter plena consciência dos sacrifícios que os portugueses estão a passar: tal como Cavaco, não é fácil ver em que ponto Seguro se demarcou ou foi genericamente cúmplice de José Sócrates e do seu cretino absolutismo impermeável ao clamor e à pluralidade dos cidadãos. Obviamente que um partido como o PS não pode ser sensível nem aos desempregados nem aos mais desfavorecidos nem aos mais desprotegidos. O PS sempre pensou no PS, sempre enriqueceu o PS ao vampirizou os contribuintes e ao fundir o Estado Português com o Estado-PS de Elisa Ferreira. As lideranças do PS pensaram nos amigos do PS, nos cargos dos amigos do PS e não nos cidadãos. Esses é que estiveram na primeira linha das preocupações do PS e da sua acção política.
O sentido ético da Política seria ter evitado a todo o custo a miséria que campeia, teria sido prevenir e antecipar patrioticamente os tempos difíceis que vivemos, seria praticar o sentido de justiça e de solidariedade fora dos discursos e fora das proclamações hipócritas e sebosas habituais. A austeridade é menos nociva que o optimismo cretino e a sensibilidade social vende mais com prosperidade efectiva do que de subsidiologia socialista. Outro caminho para sair da crise diferente daquele que está a ser levado a cabo pelo Governo? Só se reescrevessem os últimos seis anos, repletos de políticas diabólicas, demagógicas que olharam para além do défice com os resultados que bem se conhecem, criando riqueza para os políticos, dirigentes partidários e clientelas em geral. António José Seguro não tem moral para mensagens de Natal nem para palavras de esperança e de confiança nos portugueses, dado o lastro de malfeitorias políticas e espessos malefícios ao erário que herdou. O PS falhou rotundamente a década e mais ainda. O sapateiro Sócrates enterrou o País com um brilhozinho nos olho, milhões de discursos com o teleponto a disfarçar-lhe o vazio abissal. Andarem caladinhos e bem sóbrios é o melhor que nos podem oferecer. Tralha Zorrinho, tralha Pedro Nuno Santos, tralha socratista em geral, puta que vos pariu. Feliz Natal o caralho!

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