SOBERANIA MENDICANTE NO CORREDOR DA MORTE

Um País que não faz filhos, que não toma conta dos velhos, só pode estar a caminho da Morte inelutável como comunidade e como Nação. Agora o nosso País «surge no grupo das democracias com falhas, depois de o mesmo ter acontecido à França, Itália e Grécia. Num total de 10 pontos, Portugal obtém 7,81, o que resulta de uma avaliação de cinco critérios: processo eleitoral e pluralismo (9,58 pontos), funcionamento do Governo (6,43), participação política (6,11), cultura política (7,50) e liberdades cívicas (9,41).O relatório conclui que, em 2011, o declínio da democracia se concentrou na Europa (Finlândia, Irlanda, Alemanha, Espanha, Portugal, Itália e Grécia). A principal razão apontada é a erosão da soberania associada aos efeitos e às respostas à crise», mas há outras coisas. A Morte, a cultura da Morte, penetra todas as coisas: degenerescência moral, ética, abandono da Terra, abandono do Mar, aborto como meio contraceptivo, Lares da Terceira Idade como depósitos frios e esquecidos de velhos. Quando tudo é lúgubre e sem amor, não há nada que nos salve.

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