NEM RAJOY É DIABO NEM BERLIM IMPEDE ESCOLHAS
O que fazer para que Espanha deixe de ter como estigma dos estigmas uma taxa de desemprego a rondar os 20%? Muito difícil responder, mas num momento em que Rajoy se prepara para tomar posse no próximo dia 21, enquanto, Jesús Posada e Pío García-Escudero foram eleitos presidentes do Congresso e do Senado (o primeiro com 202 votos, o segundo com 180, ao saber-se que o salário mínimo em Espanha, que é hoje de 748 euros, passará para 400 nas próximas contratações, poderemos começar a compreender se se trata esta e outras de medidas draconianas impostas por Berlim, ou uma questão de puro e duro realismo. Custa muito, mas as coisas são o que são: o paradigma até aqui seguido de bons salários como preço para muita exclusão laboral, muito desespero e infinito desemprego, já deu o que tinha a dar por terras de Espanha tal como por cá o modelo salários baixos e longos anos de taxas lisonjeiras de desemprego era menos mau que o que temos.
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