O MANUEL C-B E A LÍNGUA XILOFÓNICA DO GALAMBA
O Manuel Castelo-Branco não vive no mesmo País que vê em João Galamba não «um tipo estruturado com uma boa formação económica», mas um tipo com uma língua de pau, língua xilofónica do socratismo e do primado da imagem; por isso lá, onde MCB vê nele alguém com uma «carreira política», deveria enxergar alguém com o carreiro largo socialista, por onde se entra obrigatoriamente com cedências morais de grande monta e promessas de duplipensamento em camadas monumentais. Também não se trata Galamba, como concede MCB, como deputado, «uma boa surpresa e revelação», mas mais do mesmo socialista-socratista servido em péssimo. Este pessoal absolutista da pseudo bloga de topo, tipo Manuel Castelo-Branco, não passa sem derramar-se e sem derramar aquela lisonja amarela, nula, que vale bem toda uma estação de tratamento de águas residuais, as águas residuais dos comensais do Orçamento. Da célebre discussão com o Governador do Banco de Portugal, justificada por Galamba em artigo no Diário de Noticias de hoje, retira-se estar o respectivo autor não somente profundamente errado em coisas de bom senso e de conhecimento económico, mas profundamente envaidecido pela atenção imerecida, que, sem merecer, tem merecido. O que há a comentar acerca do incidente com o Governador do Banco de Portugal é tudo o que a incompetência, o topete e pesporrência gratuitas do Galamba merecem que se comente: Nada. Galamba, enxerga-te! A tua agressividade e bojardas extemporâneas fariam todo o sentido só perante a obesa passerelle bojuda de erros e outras coisas mais do amigo Constâncio. A verdade é que, quase sempre, as discussões desniveladas entre tão desiguais, desiguais no conhecimento e na moral para falar, nem sequer deveriam ter começado em primeiro lugar. O Governador é um homem sério. Pena Manuel Castelo-Branco ter usado de extrema blandícia e desperdiçado pérolas para defendê-lo.
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Comments
os Saldanhas e os Azevedos mesmo quando não são Vales já são perigosos
quando são maçon republicanos e laicos dá processo
Maçónicos em bando ou a solo, eles que venham. Talvez me façam o favor de vir pousar nesta mãozinha desarmada.
Pode ser que lhes saia pela culatra.
Pura merda socrática. E ainda há muita para raspar dos sapatos.