OPORTUNIDADE ÍMPAR PARA FODER COM TEUTÕES

Alemanha, Holanda e Dinamarca. Sim, será duro e a doer. Politicamente, temos tido, a cada século, o nosso Ultimato. Em plena ingerência externa politico-financeira, sob a patorra abusiva das hesitações e punições de Merkel, o futebol é a outra guerra. Guerra sublimada, mas guerra é guerra. Nesse desiderato de vencer por muitos e sem merdas, como escreve e muito bem o José Simões, conviria que o que quer se escrevesse nos nossos media até à culminante emissão de esperma futebolístico da fase final no Europeu na Polónia-Ucrânia, fosse todo um tratado psicologizante motivador, forte. A Bola e O Jogo e o Record, podem começar a escolher os melhores argumentos, começando por dispensar a Maya e o professor Karamba, e contratar exemplos de força anímica, aprendendo, com caderno de apontamentos, iPad e o diabo, tudo o que Mourinho tiver para ensinar sobre somente isto: a vontade que nos levou à Índia e o leva a acabar por ganhar lá, onde quer que haja competição, quer queiram quer não. Afastados as três selecções teutónicas do caminho, será só galopar até ao troféu. 

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