PINA PICA OS BOJUDOS AMORIM

Ontem, Pina opinou a meu contento, com aquela ironia e pertinência que diverte e sublinha a escandalosa desigualdade portuguesa. Essa desigualdade explica-nos a todos, porque entre a abissal diferença entre os meios de vida dos explorados e os meios de vida dos exploradores deveria haver uma espécie de pontífice apostado em fazer as pessoas felizes. Há empresas com essas preocupações e por isso mesmo com uma altíssima produtividade dada a entrega dos seus colaboradores. Com uma ética de trabalho assim implantada certamente que não passa pela cabeça dos respectivos gestores os noticiados hábeis processos de fuga ao Fisco dos Amorim ou a Mesquinhez Amorim por causa de uns míseros 750 mil euros, mesquinhez a que Pina alude, e muito bem, : «Deixa-me sempre pesaroso (embora só agora tenha assistido a tal coisa) ver o Fisco exigir 750 mil euros de impostos a um pobre trabalhador, mesmo que esse trabalhador seja o homem mais rico de Portugal e um dos 200 mais ricos do Mundo. Ainda por cima, o Fisco assaca a Américo Amorim coisas feias como ter feito, sem licença, obras de engenharia criativa na contabilidade das suas empresas.» Manuel António Pina

Comments

Unknown said…
Saudações.
Obriga a cortesia e boa educação informar que, graças ao seu post, publiquei no meu blogue conteúdo semelhante, com os devidos agradecimentos.
Cumps.

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