Vale bem a pena ler e reler o quanto Rui Hebron, Jorge Costa, Nuno Gouveia e José Manuel Fernandes coincidem ao coligir factos e reflectir sobre a matança sistemática de cristãos, a intolerância intrínseca contra cristãos, a perseguição e a restrição violenta das liberdades dos cristãos operadas por um certo Islão planetariamente expansionista e civilizacionalmente exclusivista. Tal como o Nazismo e o Comunismo, um Islamismo sob esta forma rude e reles de pretensa religião hegemónica disseminada pela desproporção demográfica e pelo terror orgânico e organizado, não pela persuasão civilizada, tem de ser afrontada por todos os meios. Escrevendo. Denunciando. Procriando responsavelmente. Não vão faltando razões para olhar Israel cada vez mais com os olhos da compreensão que nos merece. A alternativa é o gradual afundamento europeu e ocidental na ditadura de uma unidade castrada e submissa no seu ultra-integrismo. Não acredito nesse Islão ensanguentado que envergonha a Humanidade.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
sexta-feira, dezembro 31, 2010
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