O melhor da vida? Além das crianças, como diz Pessoa, bloggers a mimosearem-se com requintes de vocabulário e literatura. É suculento que paixões, verve autojustificativa, golpes baixos, ganchos traiçoeiros, corram sem peias, sem a mariquice das intimações repressoras. Nós somos nós com os nossos ódios, as nossas zangas, as nossas aversões, na pureza de as dizer e as sentir. Um povo de impostores e hipócritas tem mais é que condensar pérolas como estas: «É natural e não me custa reconhecer que devo a cortesia de uma explicação a quem vem aqui ler-me. O que não inclui, evidentemente, o João Gonçalves, um tartufo solipsista que tem de destilar todos os dias o seu ódio a alguém para se sentir vivo.» vs. «Ignorava que O Cachimbo de Magritte acolitava pulhas. [...] Já há uns tempos o referido pulha tinha revelado a sua exaltada ignorância ao sugerir o meu quase "fascismo" por apreciar Ezra Pound. Como disse na altura, tratava-se de um trolha literário.» Eu, se fosse a tomar partido, preferiria de longe o tartufo solipsista ao pulha trolha literário. Simpatias e gostos não se discutem. Não há nada a fazer. Porque só recebi coices e olímpicos desprezos do pulha trolha literário, naturalmente que daqui vai um grande abraço ao meu amigo tartufo solipsista João Gonçalves!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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