Palmiroca Laroca retruca que eu a insulto [por lhe ter meigamente apodado de Totó e Palmireta?] e regouga que não tenho nada de relevante a dizer, contribuindo para as cuequinhas do debate de que se acha excelsa promotora. Mas a verdade é que, dentre os milhares de comentários meus censurados na Jugular, desde que esse monturo de respaldo PS-governativo surgiu, alguma coisa de meu há-de ter sido minimamente decente. Lembro-lhe isto: por causa de essa censura jugularesca um naturalíssimo desânimo pavloviano instala-se no comentador, mesmo no espírito mais resiliente. Quanto ao ponto do post, a melhor forma de ateísmo é ignorar religiosos e religiões. Não percebo por que encarniçar-se apaixonadamente sobre Papas, católicos, igrejas e não o fazer com filhos da puta da política, corruptos, venais, mentirosos, cabrões, abusadores, seviciadores de sociedades, pedófilos espirituais de nações inteiras: excesso de paixão por excesso de paixão, tal como demasiado desdém por demasiado desdém, sempre obnubilarão o mais importante nesta efémera vida: viver e deixar viver.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário