QUANDO VEJO UM NADA COMO SEGURO

«Amo o meu País. Não que tenha outro à minha disposição, ou uma qualquer 'dupla nacionalidade' para poder optar; que jamais escolheria. Seja como for, amo o meu País. Portugal. Orgulho-me da nossa História Maior  a dos feitos, e não a das personagens menores. Mesmo em épocas menos boas e menos honrosas, não viemos à superfície em condições piores quando comparados com outros "melhores e maiores". Amo a nossa arquitectura civil, militar, religiosa e institucional  numa época que abrange o longínquo Românico até ao tão criticado "português suave" de Salazar e Cristino da Silva e  bem entendido    ao Modernismo simples, elegante e equilibrado de Fernando Távora, Alberto Pessoa, Pedro Cid e Formosinho Sanches. Amo a cal branca do Alentejo e a pedra beirã. Gosto do cheiro do mato mediterrânico quando borrifado pela chuva. A Luz é extraordinária. As pessoas  livres de condicionamentos e clubismos  são simpáticas e acolhedoras; e as mulheres cozinham bem. Os jovens portugueses são generosos e bons quando servem nas forças de segurança, na polícia, nas forças armadas; quando aprofundam a sua criatividade e inteligência; quando ajudam os fracos e os ignorantes. O meu País, Portugal, teve grandes e bravos Reis; e durante séculos estes expunham o próprio peito aos golpes de espada, partilhando da mesma sorte dos modestos e da infantaria. Admiro e louvo os navegadores e marinheiros que se fizeram ao Oceano em navios cujo comprimento, hoje, é menor do que o de uma lancha rápida  tendo enfrentado o mar, a fome, o medo, o desconhecido, a imensidão, Adamastor, as avitaminoses e a Morte. Amo os nossos Códices que se desfazem nas prateleiras da Biblioteca Nacional e da Torre do Tombo; gosto de saber que temos livros escritos há 1000 anos por gente cuja santa vida era orar e preservar conhecimento. Gosto dos nossos pintores, poetas, escritores e compositores. Eça de Queiroz salvou-me várias vezes e continua a salvar-me. Sidónio foi um corajoso, sábio e sonhador Homem. Os Srs D. Pedro V e D. Manuel II merecem-nos todo o respeito. O Tenente Oliveira e Carmo foi o derradeiro Herói do Império que o bandalhismo, o esquerdismo, o comunismo, o capitalismo, o maoismo e o americanismo falsamente liberais ajudaram a assassinar em 14 anos de Guerra. Por tudo isto, quando vejo UM NADA como Seguro a tirar o que há de pior das gentes das 'concelhias' em jantares grátis de pavilhão só me apetece vomitar e depois municiar espingardas. O PS, Seguro, estão em campanha; talvez não ainda eleitoral, mas em campanha: a campanha itinerante da mentira, da promessa, do "não vou por ali" mas que também não indica "por onde se pode ir afinal"  pelo menos sem aldrabar escandalosamente. O PS é a vergonha das instituições portuguesas, é o depósito da escumalha sobrante e hibernante que sócrates deixou para trás, de modo a contaminar a sociedade enquanto esperam emboscados. É o lar dos rapazes-galamba-e-pedro-nuno, que os acolhe e lhes ensina albanismos, mentirismos, fantasismos, socratismos e outras baboseiras em 'ismo'. O espectáculo partidário e parlamentar é odioso. Odeio partidos políticos.» Besta Imunda

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