OS IMPERATIVOS DEVORISTAS DO PS

Nunca se dirá o suficiente sobre o magnífico discurso de investidura de Cavaco, da guerra urgente que declarou a um Governo perigoso e incompetente, cavando uma nova facção: a facção Portugal, interesses de Portugal e dos Portugueses, contra a facção dos imperativos devoristas do Partido Socialista, discurso que explicitou a crise política há muito latente, filha da chantagem com que o socratismo-primadonnista deixa reféns quase todos os portugueses menos os seus. Um Governo que faz a vida impossível aos portugueses tem de ser barrado nem que para isso surja furioso o discurso de posse presidencial e todos os discursos oficiais que se façam. Nunca será de mais incitar os portugueses a que resistam e se rebelem contra o que lhes fazem. Por isso mesmo, moralmente, é uma vergonha que Fernanda Câncio e as suas unhas dos pés pintadas-vamp, pseudo-jornalista, mas absolutamente socratista-devorista como os outros, enquanto verbera Cavaco Silva, venha pôr água benta numa governação calamitosa, onde se trucidaram todos os mínimos democráticos. Quanto custa f. ao erário para tão desbragada, desabrida e continuada desonestidade intelectual, para tão grosseiro afastamento da realidade, eis a pergunta? Mais barata ou menos que Emídio? São os imperativos devoristas do PS a sobrepor-se à sobrevivência e dignificação de Portugal. A desinformação socratista-socialista, tóxica e imobilizante, está ao serviço do abastardamamento ético e do acovardamento gerais.

Comments

Anonymous said…
O discurso de tomada de posse do PR foi um vil acto de vingança politica. Mas nao é surpresa. Cavaco Silva, que se auto-proclama um paladino da seriedade e dos bons costumes já mostrou que também tem os seus telhados de vidro. As acçoes do BPN e a permuta da casa da Coelha sao dois negocios muito mal explicados nos quais recai uma suspeita (certeza) de irregularidades, ou, pelo menos, falta de transparência. Este PR que tanto se incomodou com a política de baixo nível durante a campanha, nao teve qualquer problema em engendrar um dos mais sujos esquemas de que há memoria no nosso país: as escutas de Belém. O mesmo pilar da moral e da honradez, esperou pela tomada de posse para encetar uma guerra sem quartel com o governo a quem nao perdoa o caso BPN entre outros. O paladino da estabilidade politica foi o primeiro a desiquilibrar a balança. Este individuo, economista escondido nas cortes do banco de Portugal que transforma em autoridade a sua imensa arrogancia e pretensiosismo (para os esquecidos foi o mesmo que mudou o nome da sua terra natal para algo mais digno de um homem como ele). Foi este homem quem desbaratou a nossa agricultura, pescas, industria textil e esbanjou milhoes de fundos comunitarios em auto estradas porta a porta e outros delirios "betonistas". Agora fala do mar como Portugal so agora tenha descoberto o Bugio... Mas nao se fica por aqui, ja conseguiu impor Catroga como responsavel do programa de Passos Coelho, o mesmo co-responsavel dos defices cronicos que este governo herdou. O tempo encarregar-se-á de desmistificar uma personagem como CS, que pelo menos a mim, nao deixara nenhuma saudade.
Anonymous said…
O discurso de Cavaco Silva foi excelente. Atinge tanto o governo, como a oposição como o seu legado como primeiro ministro ou presidente, como os cidadãos e as suas iniciativas ou falta delas que trouxeram o país ao estado em que estamos. De quem o tenta transformar, como habitualmente faz um grupinho de gente sobre tudo o que observa, numa peça de guerrilha entre esquerda/direita; branco/preto; 0/1; nós/eles; não se espere grande contributo para alterar o rumo que nos leva a todos ao precipício.
... e V. Exa. insiste em dar-lhes visibilidade.

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