OS IMPERATIVOS DEVORISTAS DO PS
Nunca se dirá o suficiente sobre o magnífico discurso de investidura de Cavaco, da guerra urgente que declarou a um Governo perigoso e incompetente, cavando uma nova facção: a facção Portugal, interesses de Portugal e dos Portugueses, contra a facção dos imperativos devoristas do Partido Socialista, discurso que explicitou a crise política há muito latente, filha da chantagem com que o socratismo-primadonnista deixa reféns quase todos os portugueses menos os seus. Um Governo que faz a vida impossível aos portugueses tem de ser barrado nem que para isso surja furioso o discurso de posse presidencial e todos os discursos oficiais que se façam. Nunca será de mais incitar os portugueses a que resistam e se rebelem contra o que lhes fazem. Por isso mesmo, moralmente, é uma vergonha que Fernanda Câncio e as suas unhas dos pés pintadas-vamp, pseudo-jornalista, mas absolutamente socratista-devorista como os outros, enquanto verbera Cavaco Silva, venha pôr água benta numa governação calamitosa, onde se trucidaram todos os mínimos democráticos. Quanto custa f. ao erário para tão desbragada, desabrida e continuada desonestidade intelectual, para tão grosseiro afastamento da realidade, eis a pergunta? Mais barata ou menos que Emídio? São os imperativos devoristas do PS a sobrepor-se à sobrevivência e dignificação de Portugal. A desinformação socratista-socialista, tóxica e imobilizante, está ao serviço do abastardamamento ético e do acovardamento gerais.
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