MANIFESTO CONTRA A MANSUETUDE
O facto de covardemente tantos socialistas darem respaldo à suprema falsificação socratesca e ao supremo vazio que ele encerra tem gerado acesas discussões e rupturas entre os cidadãos sem apelo nem agravo. A dissensão está aí, mesmo de amizades com décadas de vida. Nos corações limpos e lúcidos é impossível aceitar e muito menos compreender como se pode votar novamente na licenciosidade na Política, na libertinagem de Estado, na Mentira como forma de vida pública: ou se ama Portugal ou se vota em Sócrates, que representa e representou para nós nada mais que razia, crispação, tensão estéril, enquanto os socialistas se cevavam larga e avidamente. Pede-se, por isso, aos raros portugueses escandalizados por seis anos de maldade pura, clama-se a esses portugueses nas manifs e noutros inócuos protestos, a dignidade de fazerem só mais um esforço para desinfectar Portugal da Malícia personificada no devastador Primadonna. Pede-se ao CDS-PP, ao PSD e ao PCP [perdi a fé na bondade e utilidade democrática no BE e suas moções de censura cobardes] que não sejam mansos, mas viris e incisivos para com a tecnologia socialista da mentira mais deslavada, tocando onde mais lhe dói. É com a nossa boa fé, com a nossa pachorrenta mansuetude e indiferentismo, que o grupelho de fanáticos pinoquianos conta, gigantesco logro. O mal personificado dos russos foi Estaline, o dos alemães, Hitler, o dos cambojanos, Pol Pot. O absoluto mal e o engano completo dos portugueses é Sócrates, assessorado por quem lave as mãos. Desde a primeira hora. Isso demonstra-se com extrema facilidade. Demonstrem-no.

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