sábado, abril 06, 2013

DO ESCANDALOSO PORTUGAL

«O problema de fundo, não é sabermos, se os actores dos diversos poderes de estado são mais da direita ou da esquerda, pelo estado social ou pelo neoliberal. Do que se trata, é que os cidadãos* – empresários fiscalmente cumpridores e trabalhadores por conta de outrem – que realmente pagam os custos da manutenção das funções de soberania do Estado, estão cada vez mais sob sequestro, de TODA a classe política, administração do estado e empresas do setor público. 
Que despudoradamente, se descriminam positivamente, atribuindo-se a eles próprios, uma miríade regimes de exceção, que no fundo lhes dão mais remuneração por menos horas de trabalho e mais férias, melhor e mais barato acessos aos cuidados de saúde através de um sistema -ADSE e outros subsistemas do estado- para o qual pagam simbolicamente, acesso mais cedo à reforma, com cálculo do valor das pensões muito mais favoráveis, proporcionalmente ao que descontaram, etc., etc… Se tivéssemos uma IMPRENSA competente – o dito 4.º Poder, mas que tende afinal a defender o status quo acima enunciado – que elencasse de forma exaustiva, por um lado, o que recebem e o que pagam, os cidadãos* pelos deveres e benefícios correlacionados com a sua carreira profissional e contributiva e, por outro lado, o que pagam vs. os benefícios recebidos, os atores políticos incluindo os dirigentes de todas as administrações do estado e empresas do setor público e, funcionários públicos, RESULTARIA UM QUADRO TÃO ESCANDALOSO E REPUGNANTE, que provavelmente nos levaria a uma guerra, mas no mínimo a uma insurreição civil, para acabar com a actual estratificação da nossa sociedade, em cidadãos de 1.ª, associados à classe de Parasitas transversal a toda sociedade, que vivem, convivem e beneficiam desses cidadãos de 1.ª e, a maioria dos cidadãos, tratados como de 2.ª, aos quias se pede que paguem, mais e cada vez mais, para os desmandos e desvarios da classe dominante. ATÉ QUANDO?! Uma guerra civil já esteve mais longe……» josé

1 comentário:

Floribundus disse...

bancarrota à vista