Por vezes, quando quero sofrer, leio o Peregrino Porfírio. O Porfírio parte do princípio que Sócrates comete erros. Sócrates não comete erros. Sócrates é imune a erros.
Todos nós, cidadãos, Cavaco, a Direita, a Esquerda à Esquerda do PS, todos, todos, mas mesmo todos — nós, «essa gente» que não realiza a divindade excelsa de grande Playboy — nós é que errámos. Errámos por ter contestado a deriva Excessiva e Psicopatológica com que Sócrates conduziu a Governação desde a primeira hora.
Deveríamos ter deixado sua Exma. Torpeza absolutamente sozinha, cavando mais e mais o buraco de um Estado completamente descredibilizado, deixá-lo com o seu voluntarismo, a sua sanha demente, para que levasse de vez Portugal aos braços do FMI e dos outros: estava tudo a correr tão bem! O Porfírio, que até é inteligente, não vê um Fascista Disfarçado à frente dos olhos, nem que lhe façam um desenho. De panegírico em panegírico, o Peregrino Porfírio prefere a Lustrosa Fraude.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
1 comentário:
o sôzé devia fazer comentários na tv das Berlengas
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