Chumbado, pelo Tribunal Constitucional, o novo regime que criaria o sistema de requalificação na função pública porque viola o princípio de protecção de confiança dos trabalhadores do Estado quanto à estabilidade do vínculo laboral, abre-se um problema de quatrocentos e tal milhões de euros que incumbia ao Estado Português poupar. Nós e os nossos bloqueios, obsolescências, mais fadados para a paralisia que para actos de coragem e ruptura. Dir-se-ia que, lavrando um monstruoso incêndio, manda a Constituição que se não apague com agulhetas. Cada qual segure as pilinhas e dome as labaredas como puder. Nesta matéria, as barricadas estão definidas.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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2 comentários:
Só que há pilinhas bem grandes, que atearam o fogo e ainda não contribuíram com uma mijadinha... Quem fez o calote que pague e não é preciso muita imaginação.
Nota - Quando se diz "sistema de requalificação na função pública", quer dizer-se DESPEDIMENTOS. Deixemos de mariquices linguísticas.
PPP. Empresas, Estado e bancos têm de fechar acordo este ano para poupar 300 milhões.
Como esta poupança se refere a redução de obras e obrigações contratuais, é só multiplicar por 3 e já ajudam a apagar um dos fogos ativos que geraram...
http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/ppp-empresas-estado-bancos-tem-fechar-acordo-este-ano-poupar-300-milhoes
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