sábado, agosto 03, 2013

SWAPÍSSIMO PINA

SWAPÍSSIMO PINA
Uma certeza, na questão pestilenta dos pestíferos contratos swap, é que os nomes governativos que são postos a arder pela aflição swapista socratista-socialista suscitarão outros nomes de ex-incumbentes socialistas-socratistas e sobretudo a luminosa evidência de que não será na medida em que se denigre o adversário, o actual incumbente, o opositor político, no falso lado de lá da trincheira única dos interesses e da avidez do dinheiro, que se escapará aos factos sobre a autoria e assinatura desses contratos. Nem mesmo perante a grossa omissão subjacente às campanhas e cavalgadas parciais contra Albuquerque que se têm testemunhado.
Só não percebo é por que motivo o Expresso não faz desta notícia a manchete que merece. Vai alta a pira por demissões. A pira das responsabilizações objectivas de quem assinou nem sequer se acende. Porquê? Porque os media são venais, selectivos, desonestos, basta meia-hora de alinhamento informativo da SICN para percebê-lo, com a excepção honrosa e honrada de José Gomes Ferreira. Porque não há Justiça que acorra a tanta obscenidade corrupta passada e porque a consciência cívica está de férias em Portugal umas vezes 365 outras 366 dias por ano.

2 comentários:

Anónimo disse...

Para resolver este imbróglio, devem chamar Sócrates à AR. Assim ele, também, seria condenado a deixar de dizer baboseiras na RTP, e conjuntamente com o secretário do tesouro e a ministra das finanças fariam um triunvirato das desonestidades que prosperam impunemente neste país (perdoem se ofendi alguém chamando país), com a justiça trancafiada em esgotos poluídos e as ratazanas alimentando-se com partidos ocos que apenas querem aparecer nos noticiários e quando no poder fazem as mesmas cenas. Já se esqueceram do PS(Sócrates)? Agora estão estes. E se, porventura o BE/PCP chegassem ao poder a mercadoria era mesma.

José Domingos disse...

Mais um triste exemplo do "jornalismo" analfabeto e merdoso, que existe em Portugal.
fazem o que lhe mandam.
Só conta agradar ao "poder",o pudor, fica para nunca.