Eis o único ser humano que me emocionou e inspirou inúmeras vezes. Tantas e tantas vezes conversei com amigos, conhecidos e desconhecidos cujo coração se enterneceu com ele e o admiravam para além do que poderiam admitir por razões ideológicas ou convicções divergentes. Ninguém como João Paulo II para, por momentos, unificar o género humano numa envolvente serena, afectuosa, embebida em Cristo, em inúmeras e tocantes celebrações da Fé. Foi declarado Feliz porque o é nos braços do PAI: «E, quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que foi dito por Deus: "Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob"? Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos.» Mateus 22.31-32

1 comentários:
vivia em Roma quando faleceu.
um não crente como eu dificilmente esquecerá uma figura impar da história de todos os tempos.
por cá temos os miasmas do socialismo pidesco a envenenar a sociedade
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