O GRANDE COITO DE GOVERNAR


Bruxelas deu-se bem com Portugal, país fraco, obediente, passento, nos políticos que o representam e nas políticas implementadas, tão dotadas de estrangulatório e desastroso. Os políticos portugueses, nos sucessivos governos, têm sido servis como se tivessem escrúpulos em defender acerrimamente os interesses do nosso pequeno País. Veja-se a infinita nódoa que Jaime Silva representou na Agricultura, um insulto vivo aos agricultores e aos pescadores. Com isso, fomos empobrecendo na medida em que ao mesmo tempo que uma maioria se demite de empreender e produzir com ganas e confiança, por desgaste fiscal, bizantinices legais e desânimo puro nos parcos ganhos, massas de pobres têm sido esmifrados e sacrificados sem piedade pelas políticas em vigor. Dez anos a empobrecer e a divergir, sendo que o Governo se prepara para mais receituário esgotado. Barca conduzida por Caronte, o espancador, é todo um País-Fantasmagoria a navegar já morto para o outro lado do Aqueronte. Ineptos. Burros. Mentirosos. Medíocres ao poder? Já lá estão repimpadamente. A política hoje é a desregulação da lei, a caução da injustiça sobre os cidadãos transformada depois em desemprego para a maioria, em fisco incomportável para a maioria e em selvática absorção de lucros por parte da habitual minoria. Desonestidade e imoralidade dos governos sucessivos, e mais escabrosamente dos recentes, é a manutenção de esse coito contínuo da política e dos políticos com aqueles que tem dinheiro e poder. Coito violentatório de um Povo e da sua integridade, mesmo quando sorri alarve aos que o traem. Coito sem consentimento de um Povo, levado a pastar por partidos e programas malígnos e antipatriotas.

Comments

Anonymous said…
Pá, um gajo está farto de trabalhar, mas sem bejeca á frente, só mesmo com um artigo com um título destes para alegrar o dia! Abraço

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