PÚBLICO SOB LEI DA ROLHA
E do reles? É difícil dizer isto porque vai contra todas as expectativas de um País já há muito abafado de angústias que roçam a bancarrota, metade do Alentejo já comprado e explorado por espanhóis, não bastavam todos os nossos problemas, vêm os poderes pardos subjacentes ao Governo e, pac-man!, comem o último reduto de resistência à grande saga da mentira e da alienação. O Público já era. Não faz ondas. Não arranha. Não incomoda. Não desconstrói o dictat governamental. Bajula. Babuja. Isto apesar de coisas como esta, gravíssimas e com responsáveis. Os reeleitos são os directos responsáveis pelo descalabro. Bem tinha dito Belmiro que só depois de meterem dinheiro lá poderiam interferir com a orientação editorial. Depois do assalto à TVI por interpostos poderes e interesses confluentes com um certo PS totalitaresco, o Público foi logo a seguir. Além de se notar ali um refluxo da opinião popular, drasticamente reduzida, e uma atrofia da liberdade de marcação directa à vida política nacional com a ausência da bloga habitual twinglyana, o desleixo parece ter vindo para ficar conforme se faz notar aqui.
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Comments
Tens muita razão. Com a nova directora já se esperava. Uma fulana habituada de longa data aos "servicinhos" na ONU, enquanto andou por Timor-Leste.
Tens muita razão. Com a nova directora já se esperava. Uma fulana habituada de longa data aos "servicinhos" na ONU, enquanto andou por Timor-Leste.
Tens muita razão. Com a nova directora já se esperava. Uma fulana habituada de longa data aos "servicinhos" na ONU, enquanto andou por Timor-Leste.
Abraço