OS TOMATES OU A TRINCHEIRA?

Se há coisa só agora estranha em Eduardo Pitta e absolutamente dissonante do Primadonna [sob xeque mate político e credibilidade dessorada] é a pressa de um êxodo institucional de este Governo. Pressa que passa no post a seguir linkado e citado. Indefectível de José Sócrates, estranha-se que Pitta não se entrincheire com ele no obstinado reduto de resistência demente, pura e dura, sob o respaldo de Berlim e de Bruxelas, reduto de surdez deliberada e despreziva das instituições democráticas nacionais em que manifestamente viceja. Pressa que é ânsia, que é sufoco, que é anelo, que é urgência, que é impaciência, que é aperto, que é debandada. Entre a trincheira socratista e os tomates dos outros, Pitta já escolheu: «Já o disse aqui: o primeiro-ministro devia solicitar à Assembleia da República a aprovação de um voto de confiança. De preferência, amanhã [14 de Março]. Se, como tudo indica, esse voto for rejeitado, o Presidente da República tem a obrigação de convocar eleições no prazo mais curto possível. [...] A margem de manobra de Passos Coelho extinguiu-se. Proferir inanidades em Viana não serve para nada. Ou tem tomates para apresentar imediatamente uma moção de censura ao governo, ou passa a bola a outro.» Eduardo Pitta

Comments

floribundus said…
uuuuuuh
o cu apitta como se fosse tgv

'tudo tomou seu lugar,
depois que a bunda passou'

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