E não está ninguém em casa. É natural. Têm sido "ninguém". Sempre foram "ninguém" a presumir diálogo, ideias, contra-argumentos, equivalência e consideração da parte da bloga com nome. Sem rebuço nem vergonha, "ninguém" ainda encontra pólvora para fogachos, larachas e sátiras amarelas, Bando ao serviço do Bandalho. Por isso brincam com coisas sérias. Falam de poder e salpicam de cocó esse PSD que lhes vem sendo tão tenro. Mas a grande evidência é o não poder. O deserto. A ausência de estratégia, a terra queimada que tal bando socialista de lobos-calimero vai deixar para trás. Grande evidência é o haraquiri à soberania real e efectiva do Estado Português com o despudorado assalto à mão castrada feito ao dia-a-dia dos portugueses, Emídio Rangel a salivar «apoiados!» naquela gaguez contorcida e convulsiva de imperiosa bajulação. Toda a gente importante tem grande esperança no trânsito deste supositório orçamental. Forçoso é introduzi-lo, dizem. Sem culpados.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
2 comentários:
os bandalhos só apreciam a bandalheira.
quando vivi no Porto na rua de Cedofeita (55-57) adorava ouvir dizer
RIBALDARIA
Enviar um comentário