Muitos especialistas começam a convencer-se de que mesmo que o PSD se abstenha na votação ao próximo Mau Orçamento Socratista, o rating da Rapública e os juros da dívida pública continuarão respectivamente a cair e a subir para valores gregos como se nada tivéssemos aprendido com os mesmos gregos. E porquê? Porque a credibilidade externa dos actores políticos portugueses, Teixeira dos Santos e Sócrates, é a pior possível. Toda a gente séria ou competente, na Europa, no Parlamento Europeu, nos Mercados Internacionais, olha para essa dupla como nem sequer ousam olhar para o acerto de Chávez ou a competência de Mugabe. O que o gato enterra vale mais que a palavra deflaccionada dessa gente nada fiável entre a gente que gere a Coisa Pública dos seus países. Actores/agentes políticos que se enganam mil vezes e corrigem mil vezes. Agentes/actores políticos que só actuam in extremis, o fazem completamente ao arrepio das palavras, dos discursos, dos optimismos pacóvios, e ainda absorvem na sua incontrolada irresponsabilidade quem tiverem mais à mão- «Ok, pode ser o PSD». Actores/agentes políticos que chantageiam e eleitoralizam orçamentos, como o de 2009. Não admira que, fechada a torneira do financiamento a juros decentes, taxa de juro média cobrada pelos bancos portugueses suba em Agosto para os 3,64%, o nível mais elevado dos últimos 17 anos, subida que espelha o aumento das taxas Euribor e o agravamento dos «spreads» pagos pelos clientes. Além de cobrar mais, a banca nacional também está a fechar a «torneira» de acesso ao crédito para evitar ter de pedir mais dinheiro ao BCE.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
1 comentário:
Finalmente começa a admitir-se que, se calhar, o problema não está só no facto de o orçamento ser mau ou ser bom.O problema principal é quem o propõe.Chumbá-lo seria ajudar o PM a, uma vez que fosse,poder cumprir a sua palavra demitindo-se ( será que o faria?), o que seria considerável acréscimo da salubridade ambiental.
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