Que a gestão das contas públicas pelo PS é uma salgalhada rapace e trapaceira não há qualquer espécie de dúvidas. Cresce aliás a suspeita de que o défice real se cifre nos 9%, situação tabu e, a revelar-se como tal, escandalosa em face da meta dos 7,5% acordada com Bruxelas. Aparentemente, o PSD vai fazendo o que lhe compete. Entregou os seus princípios de viabilização do Orçamento do Estado para 2011, enviando a moção, aprovada por larga maioria no Conselho Nacional de terça-feira, ao presidente da Assembleia, Jaime Gama, ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, e aos líderes parlamentares. É o mínimo e nesse mínimo a denúncia da devastadora rapacidade do pessoal socialista, alegre condutor disto ao descalabro mais desabrido. A situação é viscosa. O Orçamento criminoso. Imperdoável. E tudo isto tem um nome sonante como um flato de Soares/Almeida, de resto, apoiantes do seu filho-flato: Sócrates! Ao Pinóquio em forma de Carrasco foi dado por Almeida/Soares, por algum do baronato PSD e pelo voraz Boyzinato PS, e até por Cavaco, todo o apoio, rédea total para desbundar connosco e com as contas públicas, alargando a base de vampiros socialistas-despesistas, multidão de Lellos-mordomistas-devoristas: isso vicia e será repetido e repetido. Viabilizar o Orçamento é garantir a mesma e melhor forragem à nata do sarro socialista. É sustentar o lastro socialista, enquanto se trucida a vida dos portugueses. Havia um lema: Engordar a Boyzada! Devastar Portugal!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
3 comentários:
'passos de coelho' funciona como 'boi de piranha' lançado ao cardume do largo dos ratos
Infelizmente o resultado será sempre o mesmo: FMI já, ou FMI daqui a uns curtos meses!
Tudo isto a menos que se pense em sair do euro, ou então desvalorizar o dito, salvando assim meia Europa.
Cumps
Tavares Moreira, aqui, fala em 10% do PIB. 10%.
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