PINA MOURA MATA PROGRAMA PS

Águas divisas. Os espíritos mais independentes sub-reptícia ou explicitamente vão exprimindo a urgência em dejectar este PS, um punhado de vampiros sem escrúpulos, mais interessados nas suas quotas, nas suas luvas, nos seus cargos, nos seus privilégios, tanto maiores quanto mais obras magalómanas, que verdadeiramente no Portugal sustentado e harmonioso. Nunca mais governos de Favoritismo, regimes de excepção e clientelas cevadas: esse Bloco Central não tem futuro e terá de ser combatido sem quartel. Nada na Administração prossiga e subsista sem total e completa transparência. Fim aos contratos fechados Nova Alcântara. Uma Oposição federada e honesta no sentido de priorizar o que jaz descurado em Portugal, sim. Primeiro a evicção de esta pequena trupe PS que tresanda a fétido, sequestradora do País, sem palavra de honra mas toda a lata do mundo. Depois a federação do máximo de vontades; escolhas sérias e claras em que se acredite, debate e negociação leais em sede Parlamentar e noutros Fora, onde todos aprendam com todos e se decida com boa fé o que robusteça Portugal no contexto da Crise, superando a dependência alimentar do exterior, reactivando o tecido produtivo. Fazer tudo ao contrário da crassa pseudo-Iluminância "Messiânica" socratinesca no plano da abertura ao diálogo, que foi nula ou caricatural. Toda a Oposição é Gente, tem o seu papel e terá de ser atendida e ouvida, assim como a sociedade e as suas forças vivas. Boas ideias são boas ideias. São sempre boas e sempre urgentes. Se o bom senso as cauciona, é imoral não serem atendidas. As ideias de uma maioria podem ser esterco e dano. Têm sido: «Joaquim Pina Moura, ex-ministro das Finanças do Governo de António Guterres, disse ao semanário “Expresso” que considera o programa eleitoral do PSD “mais duro e mais focado” do que o do PS. Nas palavras do ex-ministro ao semanário, o PSD apresentou um documento “clarificador” e “divisor de águas” e que tem como base a “assunção de que os recursos são escassos”. Pina Moura defende que não se pode continuar a deixar crescer a despesa pública..»

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