Amado tem insistido categoricamente na coisa coligatória de um modo tão veemente, tão suprapartidário e transPS que é impossível não supor ali a ruptura, o contencioso interno com os desígnios de auto-perpetuação do seu chefe furibundo. Crivadas as razões do só agora e as pessoais, parece um excelente sinal. Pode começar por ele-Amado a brecha para o devido semicúpio, sedilúvio do País, a fim de que possamos respirar novos ares multilaterais e sobretudo recomeçar a partir da mais fria lucidez, longe da fantasia e da nuvem de patranhas e duplicidades destes seis anos de circo. Pois muito bem! Seja Amado o nosso Von Stauffenberg bem sucedido lá, onde o de carne, osso, razões e causa falhou por uma unha negra. O bunker-casamata da loucura está cada vez mais apertado.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
2 comentários:
o mal amado ainda não se desmentiu como fez o conde drácula.
parece a velha anedota do
'big chief não caga'.
após purgante com dose de cavalo
passou a
«big caga no chief»
Caro Joshua:
Mas não há quem leve a pastinha para junto do putativo chefe, mas já agora com as duas cargas de explosivo plástico (von Stauffenberg só colocou uma, deitando a outra fora)?
Pois é, Homens com a nobreza e a honra de um Claus von Stauffenberg há muito poucos. E o Amado não é um deles - nenhum dos politiqueiros o é.
Cumprimentos.
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