Amado, por aquilo que ousou denunciar urgente — um governo forte e alargado — e em risco — o Euro — e pelo que evidenciou capitular na governação socratinesca, é já um alvo a abater pelo spin de assessores/gestores "políticos" das Palavras, Imagens e Aparências socratescas, Clara Ferreira Alves do Eixo Maligno incluída, já que o desancou como se o herege tivesse blasfemado contra a Pátria, ousando desvelar ao mundo a já universalmente consabida nudez do rei. Por sua vez, Santana, na TVI, propõe, na mesma linha de consenso amplo, um arremedo administrativo credível, mas não legitimado, para atravessar a Crise, a Dívida, o Défice: como se para si tal ideia fosse uma moça loira, suculenta, irresistível, deixa-se de novo levar pela defesa de uma espontânea e bem intencionada Coligação Salvífica Geral da Pátria que depois alguém trataria de liderar. Estava evidentemente excitado no directo com Carrilho. E essa excitação até é compreensível uma vez que, em última análise, a evacuação violenta, a 28 de Novembro de 2004, das funções que por sua honra jurou desempenhar substituindo Barroso desaguou nisto. Neste lixo, nesta desagregação insana da economia do País às mãos "suaves" e "competentes" do "abnegado" socialismo rapace e amiguista. Eu, por mim, compreendo Santana muito bem, mesmo quando, tendo sofrido o que sofreu após a Deserção Barroso, concebe como ainda putativo que se tome duas vezes do mesmo veneno. Há ali um fundo bom que sofre por Portugal e tem urgência. Quem o poderá censurar?!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53

1 comentário:
o sapatilhas quer sair com um pontapé no cu para continuar a queixar-se dos outros
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