A Grécia não tinha problemas nem necessidades de maior, até admiti-los, aos problemas e às necessidades. A Irlanda insistia que nada tinha a ver com a Grécia, até a inevitabilidade chegar, após dias de desmentidos sucessivos. O Governo português, isto é, da grande e hermética pátria venha-a-nós socialista onde pontifica o clarividente ASS, vai dizendo que nada tem a ver com a Irlanda nem com a Grécia. Sendo embora verdade, na especificidade, é mentira na generalidade, o que equivale a reincidir no mesmo erro: em vez de calar e agir, os socialistas vão andando de desmentido em desmentido, usando palavras enfáticas como "categoricamente" com risco de ir ter de engoli-las. Sabem que a confirmar-se as piores notícias do FMI e do Fundo Europeu, não haverá povo que lhes perdoe a gravosa inépcia década e meia à frente da governação, com a corrupção bem lá em cima e a produção e o PIB bem lá em baixo. Agora, o que se desmente "categoricamente" é a notícia de que o Estado português está a ser alvo de pressões por parte de vários países da zona euro para pedir ajuda financeira externa. A Comissão Europeia diz desconhecer as pressões que o Financial Times Deustschland veicula. Nós, nesta matéria, já sabemos que nem o impotente Mastodonte Europeu nem o ridículo Apêndice Português falam verdade.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
sexta-feira, novembro 26, 2010
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