Se de repente começasse de novo toda a aventura da governação socialista, mas nela se notassem novas formas de exercer o poder, escutando mais os avalizados, sendo mais sensível aos clamores da sociedade, servindo mais as pessoas comuns, accionando e facilitando uma economia baseada nos produtos transaccionáveis, especialmente os agrícolas, juro que perdoaria todos os estragos à zangaralhão do socratismo altivo; condescenderia com toda a dissipação e desperdício de energias na esterilidade da pequena disputa partidária em detrimento dos nossos interesses imediatos enquanto Estado; teria paciência com a cultura da dissensão em vez da federação leal das energias vivas da totalidade dos portugueses. Quem sabe?, esqueceria até o amiguismo e a deslealdade, o favoritismo e a perseguição às vozes discordantes, o controlo obsessivo da Justiça e a manipulação esmagadora dos media. Como isso não parece possível, alguém, para além dos cidadãos inocentes, terá de pagar por estes seis anos de Circo e de Espora socratista. A começar de novo, na frescura de uma remodelação total e completa, quem quer que venha, está forçado a promover com urgência a distensão no País e fazer esquecer tudo o que há para esquecer de um arcaico exercício unipessoal do poder, demasiado centrado na virulência voluntarista e no amadorismo exclusivista de um só actor com demasiados tiques tiranos para que alguma coisa funcione verdadeiramente. Tal como nós, Luís Amado deve é estar cansado disso.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
2 comentários:
o sapatilhas nunca teria lugar num país civilizdo
Excelentes textos, por aqui.
Estes energúmenos, devem ser julgados, por uma justiça, independente e exemplarmente punidos. Não hé, nenhuma justificação, para a delapidação, do dinheiro dos contribuintes, pago, na maioria das vezes, com dificuldades.
Algum povo, sofre.
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