Ontem, no Parlamento, o esperado tornou-se inesperado. Esperava-se que as empresas do Estado pudessem, de alguma maneira, fugir ao corte salarial de que os demais não escaparão. E assim foi. É injusto, revoltante, obsceno? É, mas, quando o PSD dá a mão, o PS toma o braço todo e a respectiva clientela pode continuar a mama em sossego. Esperava-se que o PS aprovasse um regime de excepção para evitar fuga de quadros da Caixa Geral de Depósitos, coitados. Devem ter uma vontade enorme de fugir para o fim do mundo. E assim foi. É injusto, criminoso, obsceno? É, mas, quando o PSD dá a mão, o PS toma o braço todo e a respectiva clientela pode continuar a mamar descansada. Sabe-se que tal medida pode ser adoptada pela TAP, CTT, CP, Refer e ANA, no mínimo. E cá temos o sentido de justiça de José Sócrates, do PSD, de braço dado com a protecção ao pessoal político introduzido nos tachos das EPs. Assim se discrimina negativamente nos cortes e se destrói Portugal com a velha competência e a ainda mais velha ratice cretina que nos trouxe ao limiar da bancarrota e mais além.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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